Os trens das linhas 7-Rubi e 8-Diamante voltaram a circular normalmente nos trechos entre Barra Funda e Luz e Barra Funda e Júlio Prestes, nesta terça-feira, a partir das 6h, em São Paulo. A interdição ocorria em função do risco de desabamento de um prédio atingido por um incêndio na favela do Moinho que sofreu um processo controlado de implosão no domingo.
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) afirmou que as vias foram liberadas pela prefeitura na noite de segunda-feira, e equipes de manutenção da empresa realizaram inspeção e ajustes necessários decorrentes da implosão do prédio para a operação comercial.
A retomada das atividades de transporte na região foi acompanhada pelo prefeito Gilberto Kassab. Anteriormente, acerca da demolição parcial do prédio, ele dissera que os objetivos da ação foram atendidos, pois a demolição parcial se deve à necessidade de usar recursos que não danificassem a via férrea localizada ao lado da construção. O custo total da demolição foi de R$ 3,5 milhões.
O incêndio
O prédio abandonado e dezenas de barracos da favela foram atingidos por um incêndio de grandes proporções que deixou mais de 1,5 mil pessoas desabrigadas, segundo a Defesa Civil de São Paulo. O fogo começou por volta das 9h de quinta-feira, 22 de dezembro, e foi controlado cerca de quatro horas depois. Dois corpos foram encontrados no local e três moradores ficaram feridos durante o incêndio - dois tiveram sinais de intoxicação e outro fraturou o pulso e teve queimaduras. Além disso, um bombeiro que ajudava na remoção dos pertences de um morador foi atingido na cabeça por uma televisão e socorrido ao Hospital das Clínicas.
As famílias que tiveram suas casas queimadas no incêndio que atingiu a favela do Moinho receberão R$ 1,2 mil em uma parcela única e R$ 300 mensais de auxílio aluguel até que recebam as chaves das suas unidades habitacionais, que serão construídas. Kassab afirmou que a Secretaria de Habitação localizou três terrenos próximos a região de Campos Elíseos para acomodar os moradores.
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) afirmou que as vias foram liberadas pela prefeitura na noite de segunda-feira, e equipes de manutenção da empresa realizaram inspeção e ajustes necessários decorrentes da implosão do prédio para a operação comercial.
A retomada das atividades de transporte na região foi acompanhada pelo prefeito Gilberto Kassab. Anteriormente, acerca da demolição parcial do prédio, ele dissera que os objetivos da ação foram atendidos, pois a demolição parcial se deve à necessidade de usar recursos que não danificassem a via férrea localizada ao lado da construção. O custo total da demolição foi de R$ 3,5 milhões.
O incêndio
O prédio abandonado e dezenas de barracos da favela foram atingidos por um incêndio de grandes proporções que deixou mais de 1,5 mil pessoas desabrigadas, segundo a Defesa Civil de São Paulo. O fogo começou por volta das 9h de quinta-feira, 22 de dezembro, e foi controlado cerca de quatro horas depois. Dois corpos foram encontrados no local e três moradores ficaram feridos durante o incêndio - dois tiveram sinais de intoxicação e outro fraturou o pulso e teve queimaduras. Além disso, um bombeiro que ajudava na remoção dos pertences de um morador foi atingido na cabeça por uma televisão e socorrido ao Hospital das Clínicas.
As famílias que tiveram suas casas queimadas no incêndio que atingiu a favela do Moinho receberão R$ 1,2 mil em uma parcela única e R$ 300 mensais de auxílio aluguel até que recebam as chaves das suas unidades habitacionais, que serão construídas. Kassab afirmou que a Secretaria de Habitação localizou três terrenos próximos a região de Campos Elíseos para acomodar os moradores.
Nenhum comentário:
Postar um comentário