As mortes de um policial militar e de um empresário que era feito refém em Gravataí (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, serão investigadas pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Na madrugada de quarta-feira, um sargento foi morto a tiros por policiais civis do Paraná que estavam na cidade para apurar o sequestro de dois empresários. À tarde, quando o cativeiro foi encontrado, um refém de 50 anos foi baleado e morto em um tiroteio com a polícia.
Nesta quinta-feira, a Polícia Civil gaúcha informou que os inquéritos da morte do PM Ariel da Silva e da extorsão mediante sequestro que resultou na morte do empresário Lírio Darcy Persch foram avocados das delegacias e repassados à Corregedoria. O delegado Paulo Rogério Grillo, titular da Delegacia de Feitos Especiais, comandará os procedimentos.
A mudança se deve ao envolvimento de policiais de Gravataí na ocorrência que terminou com a morte do refém e, em função disso, à impossibilidade de que os agentes participem da investigação. A polícia gaúcha informou ainda que solicitou que um promotor de Justiça acompanhe os procedimentos.
Na madrugada de ontem, três policiais paranaenses do grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) estavam em Gravataí para dar prosseguimento à investigação do sequestro da dupla de empresários. Por volta de 1h, o PM gaúcho, que estava em uma moto nas proximidades de sua casa, se aproximou do carro dos agentes e foi baleado. As autoridades gaúchas seriam avisadas durante a manhã da presença dos policiais do Paraná.
Após a morte do PM, a Justiça gaúcha decretou a prisão temporária do trio. Eles retornaram a Curitiba e foram presos na Corregedoria-Geral da Polícia Civil. De acordo com a Polícia Civil do Estado, eles não serão transferidos ao Rio Grande do Sul, a menos que a Justiça determine.
Na manhã de ontem, outra equipe do Grupo Tigre foi encaminhada ao Rio Grande do Sul para prosseguir as investigações. À tarde, a polícia encontrou o cativeiro onde estavam os empresários e houve tiroteio, no qual Persch foi morto. Três suspeitos foram presos. Em nota, a Polícia Civil do Paraná informou que "que não teve participação direta na ação que resultou na morte de um dos reféns, uma vez que apenas as forças gaúchas de segurança foram autorizadas a participar da ação".
Nesta quinta-feira, a Polícia Civil gaúcha informou que os inquéritos da morte do PM Ariel da Silva e da extorsão mediante sequestro que resultou na morte do empresário Lírio Darcy Persch foram avocados das delegacias e repassados à Corregedoria. O delegado Paulo Rogério Grillo, titular da Delegacia de Feitos Especiais, comandará os procedimentos.
A mudança se deve ao envolvimento de policiais de Gravataí na ocorrência que terminou com a morte do refém e, em função disso, à impossibilidade de que os agentes participem da investigação. A polícia gaúcha informou ainda que solicitou que um promotor de Justiça acompanhe os procedimentos.
Na madrugada de ontem, três policiais paranaenses do grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) estavam em Gravataí para dar prosseguimento à investigação do sequestro da dupla de empresários. Por volta de 1h, o PM gaúcho, que estava em uma moto nas proximidades de sua casa, se aproximou do carro dos agentes e foi baleado. As autoridades gaúchas seriam avisadas durante a manhã da presença dos policiais do Paraná.
Após a morte do PM, a Justiça gaúcha decretou a prisão temporária do trio. Eles retornaram a Curitiba e foram presos na Corregedoria-Geral da Polícia Civil. De acordo com a Polícia Civil do Estado, eles não serão transferidos ao Rio Grande do Sul, a menos que a Justiça determine.
Na manhã de ontem, outra equipe do Grupo Tigre foi encaminhada ao Rio Grande do Sul para prosseguir as investigações. À tarde, a polícia encontrou o cativeiro onde estavam os empresários e houve tiroteio, no qual Persch foi morto. Três suspeitos foram presos. Em nota, a Polícia Civil do Paraná informou que "que não teve participação direta na ação que resultou na morte de um dos reféns, uma vez que apenas as forças gaúchas de segurança foram autorizadas a participar da ação".
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