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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Nº de afetados pelas chuvas no RS passa de 115 mil


O número de pessoas afetadas pelas chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde a última quarta-feira chegou a 115.580 nesta segunda-feira, segundo levantamento divulgado pela Defesa Civil gaúcha nesta manhã. As cidades em situação de emergência chegaram a 18, e as chuvas já deixaram 13.795 pessoas desalojadas e 6.408 desabrigadas em todo o Estado.
O último município a decretar situação de emergência foi o de Roca Sales, que se somou a Novo Tiradentes, Lajeado, Encantado, Arvorezinha, Bom Princípio, Santa Tereza, Sarandi, Cruzeiro do Sul, Venâncio Aires, Montenegro, Arroio do Meio, Charrua, São Sebastião do Caí, São Jerônimo, Bom Retiro do Sul, Pareci Novo e Estrela.
Uma das piores situações é na região do Vale do Paranhana, formada pelas cidades próximas ao rio Paranhana, afluente do rio dos Sinos, que abrange áreas dos municípios de Igrejinha, Parobé, Riozinho, Rolante, Taquara e Três Coroas. O aumento do nível do rio Caí, no Vale do Caí, causou uma cheia recorde na cidade na quinta-feira, mas o nível caiu cerca de 2 m e chegou a 8,5 m nesta segunda-feira, segundo balanço da Defesa Civil desta manhã.
A intensidade das chuvas diminuiu na sexta-feira, o que permitiu o nível dos rios baixar. Segundo o major da Defesa Civil Ari Ferreira, entretanto, as consequências das enchentes devem ser mais intensas porque os rios começaram a transbordar. "Estamos em contato permanente com os coordenadores regionais e municipais. Já houve pedidos de colchões e cestas básicas em São Sebastião do Caí, Taquara e São Leopoldo", afirmou.
O órgão alerta que os moradores próximos a encostas e rios devem estar preparados para deixar suas residências. "A nossa orientação é que as pessoas que moram nessas áreas observem o movimento das águas e a situação das encostas e procurem entrar em contato com os bombeiros municipais e a Defesa Civil, para que eles façam inspeções. Quem perceber que não pode permanecer, que facilite o trabalho de remoção, pois isso pode causar um problema maior", afirmou o major Ferreira. 

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